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Ação Empresarial pela Cidadania (AEC)

A Ação Empresarial pela Cidadania (AEC) oferece mecanismos e canais de consulta, orientação, capacitação e apoio à atuação de seus núcleos regionais, visando a sensibilização, motivação e facilitação de políticas de responsabilidade social das empresas (RSE), potencializando e qualificando as iniciativas existentes e fomentando novas ações que contribuam para um desenvolvimento sustentável da sociedade.

Histórico

O projeto AEC foi fundado em 1998 através do programa Leadership in Philanthropy (LIP) mantido pela W. K. Kellogg Foundation. Na ocasião foram criados seis núcleos regionais, em diferentes estados do País, que visavam a promoção da responsabilidade social, cada um atuando de forma e com metodologia diferente e independente. Esses núcleos tiveram êxito principalmente por adequar sua estrutura e atuação às diferenças regionais existentes no Brasil, todavia a relação entre eles passou e ficar mais distante e pouco articulada.

Em 2004, os núcleos regionais do projeto optaram por se reorganizar em uma rede colaborativa com objetivos de trocas de experiências e fortalecimento das ações de mobilização em torno da RSE. Em parceria com a Fundação AVINA, foi criado o Núcleo de Articulação Nacional (NAN), que além de promover a interação entre os participantes da rede, objetivava criar novos núcleos em estados que ainda não apresentavam iniciativas nesta direção. Com a atuação do NAN, a rede Ação Empresarial pela Cidadania iniciou o ano de 2005 com 14 núcleos regionais em 13 Estados. Recentemente, através da articulação do NAN e dos membros da rede AEC, foi criado um conselho nacional de responsabilidade social dentro da Confederação Nacional da Indústria, que deverá apoiar a atuação dos núcleos regionais em âmbito nacional.

Desafios

O grande desafio que a AEC se colocou, durante o Redesenvolvimento, está relacionado à capacitação dos profissionais que atuam nos núcleos regionais, pois os treinamentos organizados pelo NAN atualmente atingem um pequeno número de profissionais. Segundo eles, há dois fatores co-responsáveis por esse esvaziamento das capacitações: a grande extensão geográfica e territorial do Brasil e os altos custos de transporte. Sendo assim, já estão nos planos da rede estudos sobre formas de educação à distância para superar este obstáculo.

Outro desafio que está dado é a relação de retro-alimentação existente entre sua atuação nacional e a local. Ou seja, é imprescindível que eles consigam extrapolar, para o plano nacional, exemplos de atuação socialmente responsável e que tenham objetivos comuns a todas as regiões. Ao mesmo tempo, é preciso considerar sempre a cultura local em suas ações de mobilização, por exemplo.

Participantes do Redesenvolvimento




Paulo Guilherme Rocha – Relações Públicas formado pela PUC/MG com MBA em Gestão Estratégica e Especialização em Gestão da Responsabilidade Social. É gestor de Núcleo de Articulação Nacional da rede Ação Empresarial pela Cidadania.

Sofia Graciano Ribeiro (Sofí) – Atua como coordenadora de projetos interinstitucionais do Instituto Ação Empresarial pela Cidadania, na área de relacionamento com redes e outras organizações parceiras.

Fernanda Cotta Santos – Engenheira Civil com especialização em Engenharia Econômica, Gestão, Marketing e Gestão Responsável para a Sustentabilidade. É Gerente de Integração Empresarial do Sistema FIEMG.

Links:

www.cidadaniaempresarial.org.br/

http://www.acaoempresarial.org.br/

26 de Julho, 2005
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