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Baixo carbono é fundamental para desenvolvimento chinês afirma relatório do Pnud

A China não tem outra opção além da que sugere a mudança para uma abordagem de baixo carbono, no que diz respeito a formação de uma futura agenda de desenvolvimento social e econômico, segundo conclusão do Relatório de Desenvolvimento Humano do país, financiado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), em parceria com a Universidade Renmin, divulgado nesta quinta-feira, 15 de abril, em Pequim.

Intitulada China e um Futuro Sustentável, a publicação afirma que a decisão mais estratégica para legisladores chineses é caminhar rumo à uma economia de baixo carbono, que deve preservar e aumentar os resultados de desenvolvimento humano nos próximos anos.

Segundo o documento, o atual modelo de crescimento da China será difícil de ser sustentado por um período muito longo.

O país enfrenta formato de negócios insuficiente para os desafios e pressões emergentes, de acordo com o coordenador residente das Nações Unidas na nação asiática, Khalid Malik.

Ele acredita que a mudança para um caminho de baixo carbono é fundamental para equilibrar o desenvolvimento econômico com a sustentabilidade ambiental e a necessidade de resposta às ameaças das mudanças climáticas.

Emissões

O relatório indica que o desenvolvimento humano não está necessariamente acompanhado por aumentos nas emissões de gases de efeito estufa, já que muitas das províncias chinesas mais prósperas revelaram baixa intensidade de carbono e as áreas de baixa renda mantiveram padrões altos de emissão.

A publicação conclui que o progresso econômico e social na China e em outros países tem um custo, incluindo danos ao meio ambiente, mas o desenvolvimento futuro pode ter uma trajetória diferente.

15 de Abril, 2010
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