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Iraque: corte e corra?
Sob este título, a revista “The Economist” publicou no número 3501/vol 382 de 28/10 a 3/11/06 um editorial em que analisa as opções da política norte-americana no Iraque, às vésperas das eleições de 7 de novembro nos EUA.
A questão do Iraque é central nas políticas dos EUA e da Grã-Bretanha, não somente porque têm suas forças armadas envolvidas no conflito – 150 mil soldados dos EUA e 12 mil da Grã-Bretanha – além de soldados poloneses, italianos, japoneses e de outros países. O Iraque tornou-se o epicentro das tensões e conflitos que assolam o mundo ocidental, desde o ataque às torres gêmeas do World Trade Center de Nova Iorque em 11/9/2001, as invasões sucessivas do Afeganistão e Iraque, supostamente para derrotar o terrorismo. Ora fala-se de “choque de civilizações”, ora de uma nova cruzada contra a intolerância e a violência incontida dos islâmicos.
Assim começa o artigo do Professor Henrique Rattner, fundador da ABDL e do LEAD Brasil e professor na FEA/USP e no IPT, sobre o futuro da guerra no Iraque.
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Iraque - corte e corra?.pdf
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