Como explicar as transformações, em apenas cinco décadas, de uma sociedade formada por “pioneiros” idealistas, motivados por uma visão mística e redentora do povo judeu, na Terra Prometida, que abandonaria o estereótipo da diáspora, de pequenos comerciantes ou artesãos, transformados em produtores agrícolas que iriam também construir um novo Estado judeu após quase dois mil anos de exílio e perseguições? Leia artigo de Henrique Rattner.
Após meio século de diagnósticos e análises que ressaltam a fragilidade e inoperância do sistema nacional de C&T, volta-se a indagar: o progresso técnico seria a resposta aos problemas que afligem a nossa sociedade? Leia artigo de Henrique Rattner preparado para o II Seminário Internacional sobre Nanotecnologia, Sociedade e Meio Ambiente, realizado em outubro de 2005 no IPT.
Recebi várias interpelações e comentários de amigos e colegas, alguns céticos, outros condescendentes, referentes ao título e conteúdo do livro. Afinal, perguntaram, qual seria o significado da utopia em tempos sombrios que vivemos, caracterizados pelo descrédito e desencanto com todas as ideologias, e a descrença nos partidos políticos e na própria democracia representativa?
Com o lançamento de “O Resgate da Utopia”, o Professor Henrique Rattner coroa sua contribuição e luta por um mundo sustentável. Ao longo de sua carreira, Rattner não se limitou ao meio acadêmico, e promoveu inúmeras iniciativas voltadas à sustentabilidade. Saiba mais.
Significa o voto da França e dos Países Baixos o fim da União Européia? Em artigo da Coluna Identidade, Henrique Rattner analisa o processo histórico de formação da União Européia, a atual crise do bloco e as lições para o Mercosul.
O relativo otimismo do século XXI, iniciado sob a hegemonia econômica e militar inconteste dos EUA, ficou abalado com o atentado terrorista contra as torres do World Trade Center de Nova Iorque, em 11 de setembro de 2001. Evento que foi seguido de campanhas militares no Afeganistão e no Iraque cujo desfecho permanece imprevisível.
No início do século XXI, nossa sociedade enfrenta a desanimadora perspectiva de uma interminável crise urbana, conseqüência de um modelo irracional de ocupação do espaço, agravada por uma política econômica recessiva e insensível às necessidades e aspirações da maioria da população.