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Em entrevista coletiva concedida nessa quinta-feira (2), a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, anunciou os primeiros resultados da Operação Curupira, que desbaratou uma quadrilha especializada em fraudar autorizações para exploração de madeira no Mato Grosso. O grupo tinha ramificações dentro de altos escalões do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para facilitar a falsificação de documentos.
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Na contramão da tendência geral, o ritmo do desmatamento no estado do Amazonas caiu 39% no biênio 2003/2004 quando comparado ao período anterior – comparado a um crescimento global de 6% na área devastada no restante da Amazônia. A informação vem sendo comemorada pelo governo do estadual durante as comemorações da Semana do Meio Ambiente.
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Os lagos formados pelas barragens das usinas hidrelétricas de Jirau e do Santo Antônio, que serão construídas ao longo do rio Madeira, em Rondônia, deverão ser maiores do que o sugerido nos estudos de impactos ambientais realizados por técnicos da Furnas Centrais Elétricas e da Construtora Norberto Odebrechet. A declaração é do doutor em Planejamento Energético pela Unicamp e professor da Universidade Federal de Rondônia, Artur de Souza Moret. "Os impactos ambientais dessas obras terão uma dimensão jamais vista na Amazônia."
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Com o preço do petróleo em alta e a pressão internacional pela redução de emissão de gases estufa, como estabelece o Protocolo de Kyoto, o mercado para os chamados "combustíveis verdes" tem potencial para se transformar num promissor segmento da economia. Mas especialistas temem que o Programa Nacional de Biodiesel, lançado pelo governo, possa agravar o desmatamento na Amazônia, especialmente no Mato Grosso, com a utilização da soja na produção do combustível.
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O governo deve enfrentar hoje (31) um novo teste para o Projeto de Lei de Concessões Florestais, que tramita no Legislativo. Grileiros da região de Novo Progresso, no Pará, vêm pressionando deputados que eles sejam reconhecidos como “comunidades locais”. Desse modo, grandes áreas invadidas por eles na região ficariam de fora dos blocos de concessão.
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A organização não-governamental global Greenpeace divulgou ontem (24) os seis nomes indicados ao Motosserra de Ouro. De acordo com o site da entidade, o “prêmio” foi concebido destacar “a personalidade brasileira cujo talento, ação ou inação foram decisivos para os incríveis índices de desmatamento” na região Amazônica. Segundo dados recentemente divulgados (/article/articleview/2020), entre 2003 e 2004 a área desflorestada superou 26 mil quilômetros quadrados – segundo maior índice da história.
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A prevenção e a correção do desequilíbrio ambiental na atividade agrícola da Amazônia é o objetivo de um projeto de pesquisa da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, que tem o apoio financeiro do Banco da Amazônia, que deverá validar e difundir a tecnologia de corte e trituração da capoeira em substituição à derrubada e queima no preparo de área para plantio.
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O Conselho Nacional do Meio Ambiente convidou Blairo Maggi a esclarecer porque seu Estado – que teoricamente possui o sistema de licenciamento e controle ambiental mais sofisticado do País – é o campeão do corte de árvores, sendo responsável por quase 50% do desmatamento ocorrido em toda a Amazônia.
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A Amazônia perdeu 26.130 quilômetros quadrados de área de floresta entre agosto de 2003 e agosto de 2004. O número está bem acima do que havia sido planejado pelo governo.
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Quase 14 anos depois, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) admitiu a revogação de onze Florestas Nacionais (Flonas) que incidiam na Terra Indígena (TI) Alto Rio Negro, localizada no noroeste do Amazonas. O reconhecimento veio com a publicação do Atlas de Conservação da Natureza Brasileira, lançado na última terça-feira, dia 10 de maio, em Brasília. O livro foi elaborado pela editora Metalivros com apoio técnico e científico do Ibama e traz um panorama geral das 243 Unidades de Conservação (UCs) federais sob responsabilidade da autarquia.
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O secretário de Biodiversidade e Florestas do Ministério do Meio Ambiente, João Paulo Capobianco, reconhece que o governo não conseguiu reduzir a "inaceitável" taxa de desmatamento da Amazônia. Mas garante que, pela primeira vez na história, a taxa ficou estável. "É um absurdo e inaceitável esse patamar, agora quero destacar que pela primeira vez na história o desmatamento não tem crescido de acordo com o aumento do PIB - Produto Interno Bruto e da economia", disse ele.
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A Fundação Nacional do índio (Funai) está implementando um programa para as comunidades indígenas de Raposa Serra do Sol, em Boa Vista (RR). Este é o primeiro passo para o projeto de desenvolvimento sócio-econômico e sustentável da região por meio de atividades produtivas com recursos naturais. A equipe da Funai, que está na região desde a última quinta-feira (28), é integrada por profissionais das áreas de meio ambiente, pesquisa, educação, atividades produtivas, fiscalização e regularização fundiária.
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O rastreamento via satélite para controlar a saída da madeira da floresta até a indústria e a declaração de origem florestal emitida via internet foram as principais medidas apresentadas hoje pelo Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para aumentar o controle da madeira no país, principalmente na região amazônica.
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O relator da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Biopirataria, deputado Sarney Filho (PV-MA), defendeu na quarta-feira (9), a "moratória do desmatamento" na Amazônia até que um modelo de desenvolvimento sustentável seja definido pelo governo brasileiro. A declaração aconteceu na mesma audiência em que representantes do terceiro setor e do governo - incluindo o fellow Fábio de Andrade Abdala - sugeriam soluções para o problema do desmatamento ilegal.
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tem (9), durante a sétima reunião da Comissão Externa do Senado que acompanha as investigações do assassinato da missionária Dorothy Stang, parlamentares e representantes do governo federal tentaram determinar quais as conexões entre a política agrária e a violência na Pará. Entre os convidados, a ministra Marina Silva, Meio Ambiente, defendeu a reforma agrária e outras ações do governo na Amazônia e atribuiu a onda de violência a grupos que desejam inibir comunidades locais e setores produtivos que apóiam as medidas.
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